terça-feira, 15 de junho de 2010

Querida Martha Élen , analisei á letra desta musica .
percebi , algumas caracteristicas do trovadorismo , tipo :
Crítica direta : a pessoa satirizada é identificada .
Linguagem agressiva, direta !
Pouca subjetividade

Juliana Gomes - I semestre A
CANTIGAS DE AMOR

“Senhora minha, desde que vos vi,
lutei para ocultar esta paixão
que me tomou inteiro o coração;
mas não o posso mais e decidi
que saibam todos o meu grande amor,
a tristeza que tenho, a imensa dor
que sofro desde o dia em que vos vi.”

Essa cantiga de Afonso Fernandes

Juliana Gomes - I semestre A

Cantiga de Amor

A cantiga de amor
O cavalheiro se dirige à mulher amada como uma figura idealizada, distante. O poeta, na posição de fiel vassalo, se põe a serviço de sua senhora, dama da corte, tornando esse amor um objeto de sonho, distante, impossível.
Neste tipo de cantiga, originária de Provença, no sul de França, o eu-lírico é masculino e sofredor. Sua amada é chamada de senhor (as palavras terminadas em or como senhor ou pastor, em galego-português não tinham feminino). Canta as qualidades de seu amor, a "minha senhor", a quem ele trata como superior revelando sua condição hierárquica. Ele canta a dor de amar e está sempre acometido da "coita", palavra frequente nas cantigas de amor que significa "sofrimento por amor". É à sua amada que se submete e "presta serviço", por isso espera benefício (referido como o bem nas trovas).
Essa relação amorosa vertical é chamada "vassalagem amorosa", pois reproduz as relações dos vassalos com os seus senhores feudais. Sua estrutura é mais sofisticada.
São tipos de Cantiga de Amor: -Cantiga de Meestria: é o tipo mais difícil de cantiga de amor. Não apresenta refrão, nem estribilho, nem repetições (diz respeito à forma.) -Cantiga de Tense ou Tensão: diálogo entre cavaleiros em tom de desafio. Gira em torno da mesma mulher. -Cantiga de Pastorela: trata do amor entre pastores (pebleus) ou por uma pastora (pebléia). -Cantiga de Plang: cantiga de amor repleta de lamentos.
Exemplo de lírica galego-portuguesa (de Bernal de Bonaval):
Cantiga
"A dona que eu am'e tenho por Senhor
amostrade-me-a Deus, se vos en prazer for,
se non dade-me-a morte.
A que tenh'eu por lume d'estes olhos meus
e porque choran sempr(e) amostrade-me-a Deus,
se non dade-me-a morte.
Essa que Vós fezestes melhor parecer
de quantas sei, a Deus, fazede-me-a veer,
se non dade-me-a morte.
A Deus, que me-a fizestes mais amar,
mostrade-me-a algo possa con ela falar,
se non dade-me-a morte."

segunda-feira, 14 de junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

eei Professora,

Vi a música e pude analiza-lá.
Apresenta características da cantiga de escárnio do gênero satírico, pois o eu-lírico faz uma satira a alguma pessoa, fala mal por meios de ambiguidades, trocadilhos -serpente, nen sente que me envenenou- que ela despertou a amor dele sem intenção de ama-lo. -Ajoelha e não reza- começa algo e depois não termina, um sentimento criado por ela que agora o abandona. -Senhora, e agora, me diga onde eu vou- ela o deixou sem rumo. -Talvez tenha sido pecado- por ele estar sofrendo diz que foi um pecado, um erro.

Bom, é isso professora. Nem sei se esta correto...

Laine Santos

eii prof !
escutei a musica e entendi que ela conta a história de um homem apaixonado
que fala sobre seu grande amor, seu sofrimento forte porem triste para sua amiga, e essas caracteristicas estão relacionadas com a cação de amigo.
o trovadorismo aparece por meio de trocadilhos," serpente nem sente que me envenenou", "que ela despertou o amor dele sem intenção de amalo ", "ajoelha e não reza "e "talvez tenha sido pecado".

foi o que eu entendii professora*-*


Rosane Medeiros...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Vistes, mias donas, quando noutro dia

o meu amigo comigo falou,

foi mui queixos’ e, pero se queixou,

dei-lh’eu enton a cinta que tragia,

mais el demanda-m(or’) outra folia.

E vistes (que nunca, nunca tal visse!)

por s’ir queixar, mias donas, tan sem guisa,

fez-mi tirar a corda da camisa

e dei-lh’eu d’ela bem quanta m’el disse,

mais el demanda-mi al, que non pedisse.

Sempr’ (a)verá don Joan de Guilhade,

mentr’el quiser, amigas, das mias dõas,

ca já m’end’el muitas deu e mui bõas,

des i terrei-lhi sempre lealdade,

mais el demanda-m’ outra torpidade .